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TEXTEmunhos | Biografia | Helena Espvall

Nome incontornável na folk mais livre a surgir na primeira década do milénio, teve nos Espers uma das suas encarnações mais celebradas. Com um pé na Suécia e outros nos Estados Unidos, tocou ao lado de Fursaxa, formou Anahita e marcou presença nos discos inesquecíveis dos Charalambides. Acompanhou igualmente Vashti Bunyan, Marissa Nadler ou Bert Jansch (dos míticos Pentangle) em estúdio e no palco.

Violoncelista e guitarrista, Helena Espvall, que reside em Lisboa desde 2012, vem sedimentando um percurso musical rico e diverso, entre a folk, a música experimental e a improvisação livre.

Gravou dois álbuns em Tokyo com o Masaki Batoh, líder da banda psicodélica Ghost. Em 2018, 2019 e 2022 tocou no San Francisco Silent Film Fest com o Matti Bye ensemble. Atualmente, é membro integrante dos Beautify Junkyardse e das Lantana, coletivo de improvisadoras que têm tocado em diversos festivais – e não só – incluindo Jazz Ao Centro, em Coimbra, ou Jazz 2020, na Fundação Calouste Gulbenkian. Espvall tem também desenvolvido trabalho em nome próprio, tocou a solo no Out.Fest, Bar Irreal, Lounge, Damas, ZDB, e Panteão, e atualmente é uma figura muito ativa na cena improvisada lisboeta, tem colaborado com Norberto Lobo, Luís Lopes, Vítor Rua, Adriana Sá, David Maranha e Sei Miguel entre muitos outros.

Em setembro de 2020, convidada pela Culturgest, criou uma peça a solo para guitarra acústica, como parte do projeto “Abrindo o Livro dos Sons”, uma homenagem ao compositor alemão Hans Otte.