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Biografias

Um Museu para Todos. O Olhar de Cada Um

[a escritora]

ANDRÉA ZAMORANO nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, mas reside em Lisboa há mais tempo do que na sua cidade natal. Licenciou-se em Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa e, atualmente, frequenta o mestrado de Escrita Criativa, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Tem publicado, com regularidade, contos e crónicas em revistas e antologias nacionais e estrangeiras. Mantém uma coluna mensal na Revista Blimunda, da Fundação José Saramago. Lançou o primeiro romance, A Casa das Rosas, pela editora Quetzal. A obra foi vencedora do prémio Livro do Ano, atribuído pela revista Time Out, e do Prémio da Lusofonia da CPLP. O romance está editado no Brasil pela editora Tinta Negra.

Em paralelo, tem uma carreira na área da restauração, sendo coproprietária de alguns estabelecimentos na cidade de Lisboa.

[o conto]

“A Fortuna de lama”, p. 59

[a escritora]

FILIPA MARTINS é escritora, argumentista, jornalista e biógrafa de Natália Correia (O Dever de Deslumbrar, Contraponto, 2023). Nasceu em Lisboa, em 1983, e colaborou, enquanto jornalista e cronista, em publicações como o Diário de Notícias, a Notícias Magazine, a Evasões, a revista Ler e o jornal i.

Recebeu o Prémio Literário Manuel Boaventura com o seu quarto romance, Na Memória dos Rouxinóis, publicado pela Quetzal. Recebeu ainda o Prémio Revelação, na categoria de Ficção, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, com Elogio do Passeio Público (Guimarães, 2008), e o Prémio Jovens Criadores, com Esteira. Publicou ainda os romances Quanta Terra (Guimarães, 2009) e Mustang Branco (Quetzal, 2014). É coautora da coletânea de contos Mães que Tudo (Companhia das Letras, 2019).

Manteve, em coautoria, um programa semanal na Rádio Renascença, dedicado à promoção do livro, intitulado A Biblioteca de, e foi especialista do Plano Nacional de Leitura para a área de ficção.

[o conto]

“Akedá”, p. 62

[o escritor]

JOÃO MORALES começou no jornalismo em 1993, no Diário de Notícias. Publicou no Correio de Domingo e pertenceu ao diário A Capital. Integrou a Gazeta de Lisboa, o semanário Meios & Publicidade e a revista Media XXI, da qual foi editor.

Entre 2004 e 2012 dirigiu a revista mensal Os Meus Livros. Foi colaborador da Time Out e tem artigos em várias outras publicações, incluindo os meios online Bran Morrighan e Deus Me Livro, entre literatura, jazz e outros temas.

Organizou os ciclos Com Todas as Letras, Recordar os Esquecidos ou Confesso que Li, sessões na Feira do Livro de Lisboa e diversas bibliotecas municipais. É programador dos festivais Livros a Oeste (Lourinhã, desde 2012) e Textemunhos (Lamego), do ciclo anual Viver (com) a Escrita (Santiago do Cacém) e programou As Palavras que nos Unem (nos dez concelhos do Alto Minho).

Coorganizador do Fórum Fantástico, criou e desenvolveu o projeto Literatura – Língua Comum para o Programa Escolhas. Integrou o Júri do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca e mantém no Youtube o Canal 19.

[o conto]

“Esplanada decisiva”, p. 69

[o escritor]

MANUEL DA SILVA RAMOS nasceu em 1947, na Covilhã. Tinha vinte anos quando escreveu Os Três Seios de Novélia e com essa obra ganhou o Prémio de Novelística Almeida Garrett de Publicou até hoje vinte e oito livros, de ficção e poesia. Vive em Lisboa.

[o conto]

“Crime na montaria”, p. 78

[a escritora]

MANUELA GONZAGA foi distinguida com o Prémio Femina/Matriz Portuguesa 2021. É membro de Honra da Unión Hispanomundial de Escritores UHE Moçambique e membro honorário do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora.

Natural do Porto, viveu a adolescência e parte da juventude em Moçambique e em Angola, onde começou a carreira de jornalista. Escritora e historiadora, mestre em História da Expansão Portuguesa, é doutoranda em História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Tem catorze títulos publicados, do romance à biografia, dos contos ao ensaio e à literatura juvenil. Muitos são referenciais a vários níveis: Maria Adelaide Coelho a Cunha: Doida Não e Não! (em sexta edição) é curricular no mestrado em Psicologia na Universidade Lusófona; António Variações – Entre Braga e Nova Iorque, editado em 2006 pela Âncora (duas edições) e em 2019 pela Bertrand (três edições), é estudado em várias universidades. Algumas das suas obras estão traduzidas em francês.

[o conto]

“Sou África”, p. 86

[o escritor]

NUNO CAMARNEIRO nasceu na Figueira da Foz em 1977. Licenciou-se em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra, trabalhou na Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN) e doutorou-se em Ciência Aplicada ao Património Cultural pela Universidade de Florença, Itália. Foi investigador no Departamento de Química da Universidade de Aveiro e é atualmente docente da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto e investigador integrado do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR).

Em 2011 publicou o seu primeiro romance, No Meu Peito Não Cabem Pássaros, em 2012 venceu o Prémio Leya com o romance Debaixo de Algum Céu. Em 2015 publicou o livro de contos Se Eu Fosse Chão e, em 2018, o seu mais recente romance, O Fogo Será a Tua Casa. Publicou ainda três livros infantis: Não Acordem os Pardais, O Que Vêem as Estrelas e A Casa das Perguntas.

[o conto]

“A arca da minha mãe”, p. 93

[o escritor]

RICARDO FONSECA MOTA nasceu em Sintra, em 1987, cresceu em Tábua e acabou de crescer em Coimbra. O seu primeiro romance, Fredo, venceu o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís em 2015, foi semifinalista do Oceanos – Prémio de Literatura em Língua Portuguesa em 2017, e está traduzido e publicado na Bulgária. Representou Portugal na décima sétima edição do Festival do Primeiro Romance, em Budapeste. As Aves Não Têm Céu é o seu segundo romance, vencedor do Prémio Ciranda 2021 e semifinalista do Prémio Oceanos 2021. Publicou também Germana, a Begónia (2019, teatro). Formado em Psicologia pela Universidade de Coimbra, é autor, psicólogo clínico e promotor cultural.

[o conto]

“Uma grade para me prender”, p. 100

[a escritora]

RITA TABORDA DUARTE nasceu em 1973. É poeta, professora do ensino superior, autora de livros para a infância e escreve regularmente sobre poesia e ensaio, nas mais diversas publicações.

Em 1998, publicou o seu primeiro livro de poesia (Poética Breve, Black Sun Editores), a que se seguiram Na Estranha Casa de um Outro e Dos Sentidos das Coisas. Em 2003, venceu o prémio Branquinho da Fonseca/Expresso/Gulbenkian, com o livro A Verdadeira História da Alice. A partir daí, tem escrito com regularidade para crianças e jovens, contando com uma dezena de obras publicadas, muitas delas incluídas no Plano Nacional de Leitura.

Certa vez, num encontro numa biblioteca escolar, um menino chamou-lhe «Escritora Infantil». Desde esse dia, assumiu o epíteto e diverte-se a brincar, infantilmente, com as palavras.

[o conto]

“A marquesa saiu às cinco da tarde”, p. 107

[o escritor]

RUI ZINK nasceu em Lisboa, em 1961. É escritor e professor. O seu livro mais recente é o seu livro mais recente.

[o conto]

“Estou de esperanças”, p. 119

[o escritor]

TIAGO SALAZAR nasceu em Lisboa, em 1972. Formou-se em Relações Internacionais e estudou Guionismo e Dramaturgia em Londres. É doutorando no Instituto de Geografia, onde prepara uma tese sobre A Volta ao Mundo, de Ferreira de Castro. Trabalha como jornalista desde 1991, atualmente como freelancer.

Venceu o prémio Jovem Repórter, do Centro Nacional de Cultura, em 1995. É formador de Escrita e Literatura de Viagens. Idealizou, escreveu e apresentou o programa Endereço Desconhecido, da RTP2. Foi vencedor do prémio Literatura na XVII Gala dos prémios da revista Mais Alentejo, em 2018, e duas vezes distinguido com o Prémio Textos de Amor Manuel António Pina.

Enquanto autor, publicou livros de viagens, diversos volumes de crónicas, um diário, um texto dramático, dois títulos infantojuvenis, além dos romances A Escada de Istambul (Oficina do Livro, 2016; representante português no Festival du Premier Roman – Chambéry, 2018), O Magriço (Oficina do Livro, 2020) e O Pirata das Flores (Oficina do Livro, 2021).

[o conto]

“Um homem ao espelho”, p. 129